Uma Carta de Amor

15 abril, 2015


Nossa, faz muuuito tempo que eu não posto uma resenha de livro aqui para vocês né? Desde junho do ano passado, muito tempo. Então, para os que gostam de ler, peço desculpas por essa demora, é que só consegui organizar meu tempo agora e to cheia de livro pra ler. Estou tentando ler esse livro desde o final do ano passado, mas enfim acabou e eu vim contar o que eu achei. 

Sinopse: Há três anos, a colunista Theresa Osborne se divorciou do marido após ter sido traída por ele. Desde então, não acredita no amor e não se envolveu seriamente com ninguém. Convencida pela chefe de que precisa de um tempo para si, resolve passar férias em Cape Cod. Durante a semana de folga, depois de terminar sua corrida matinal na praia, Theresa encontra uma garrafa arrolhada com uma folha de papel enrolada dentro. Ao abri-la, descobre uma mensagem que começa assim: “Minha adorada Catherine, sinto a sua falta, querida, como sempre, mas hoje está sendo especialmente difícil porque o oceano tem cantado para mim, e a canção é a da nossa vida juntos.”
Comovida pelo texto apaixonado, Theresa decide encontrar seu misterioso autor, que assina apenas “Garrett”. Após uma incansável busca, durante a qual descobre novas cartas que mexem cada vez mais com seus sentimentos, Theresa vai procurá-lo em uma cidade litorânea da Carolina do Norte. Quando o conhece, ela descobre que há três anos Garrett chora por seu amor perdido, mas também percebe que ele pode estar pronto para se entregar a uma nova história. E, para sua própria surpresa, ela também.
Unidos pelo acaso, Theresa e Garrett estão prestes a viver uma história comovente que reflete nossa profunda esperança de encontrar alguém e sermos felizes para sempre.

Esse livro foi um dos primeiros publicados do Nicholas e é de 1998. Sou meio suspeita para falar das obras dele, quem me conhece sabe que eu tenho uma quedinha por livros desse gênero romance misturado com drama, mas esse livro foi um pouco diferente. 

Há mortes sim, como em todos os livros do Nicholas, mas achei que o romance entre Theresa e Garrett aconteceu tudo muito rápido demais. Tudo bem, existe amor a primeira vista e tudo, mas no caso deles foi muito rápido. Eles se conhecem e já pegam esse desejo de querer um ao outro. 



Preciso comentar que achei o Garrett meio egoísta quanto os sentimentos dele e fiquei com raivinha dele, quem já leu Querido John vai entender essa raivinha que senti e quem ler esse livro também vai entender. Não posso falar muito para não soltar um spoiler*.

O final é surpreendente, sério. Eu não estava esperando aquilo, mas como todo livro do Nicholas tem uma curva fora do cliché, gostei desse final. Porém, dei 3 estrelas Skoob por conta do resto do livro que me decepcionou um pouco com essa relação entre Theresa e Garrett, não achei que foi um dos melhores livros do Sparks, achei mediano. Li alguns comentários em que muitas pessoas gostaram e tal, então depende da pessoa.



A história nos mostra que não importa o que você pensa, não importa se deu errado, a vida sempre nos mostra que temos chances de recomeçar. O livro nos traz uma lição de superação para isso de achar um "segundo amor", porque cada vez que acontece um término de um relacionamento, vemos as pessoas, na maioria das vezes, desacreditadas no amor por conta de alguns acontecimentos desse antigo relacionamento, mas isso não é certo. Quantas vezes já vi por conta de alguma coisa que deu errado no relacionamento anterior, a pessoa dizer que não acredita mais no amor e que não quer mais relacionamento sério, mas quantas vezes também já vi a pessoa, sendo sabotada pelo o que ela mesma disse, se apaixonando novamente né?

Recomendo esse livro sim, mesmo a história sendo mediana pra mim, pode fazer muita diferença para outra pessoa que o leia e principalmente que esteja passando por uma situação parecida com a que os personagens vivem.

E aí? Alguém já leu esse livro? Ficou com vontade de ler? Comentem aqui!

Beijos,
Thami Sgalbiero.

*spoiler: é quando alguém revela fatos a respeito do conteúdo de determinado livro, filme ou série.

A força das palavras

13 abril, 2015


Eu ia fazer um vídeo pra falar sobre isso, mas achei melhor escrever um post mesmo.

Muitas pessoas devem ter visto pelas fotos que eu postei aqui no meu Instagram esses dias que eu estava com piercing no septo, sim, estava. Tirei no sábado por motivos de: receber críticas super maldosas de pessoas que eu amo. Pois é, muita gente vai falar "Ah, era só não ligar, deixar pra lá" mas as palavras acabam tendo mais força do que uma bela de uma porrada, acredite. 

Fiz o piercing na quinta-feira (09/04), foi super tranquilo. Os caras do estúdio são super gente boa, foi super rápido furar e de uma classificação de dor entre 0 e 10, a dor foi 4. Sério. Eu estava me sentindo bonita e tal, mas aí cheguei em casa e meu pai disse que não queria nem ver e desde então parou de olhar pra mim. No dia seguinte, fui falar com a minha vó (mãe do meu pai) e ela me chamou de marginal, falou que eu estava horrorosa e etc. Me arrumei e fui caminhar pra relaxar antes que fizesse ou falasse alguma besteira. 



Muita gente pode pensar também "Ah, você liga muito para o que os outros dizem" mas não é "os outros", foi minha vó e meu pai, pessoas que eu amo e que cuidam de mim (eu querendo ou não). Aquilo estava me deixando super mal e chateada, não estava mais me sentindo bem, ainda estava me sentindo bonita sim, mas não bem. Ia dormir cheia de coisas na cabeça e com isso dormia mal, essa situação estava me chateando. Bom, como esse piercing tem como "esconder" dentro do nariz, pensei em voltar no estúdio e pedir para abrirem mais o piercing para poder escondê-lo, já que ele estava justinho pra cicatrização ser mais rápida, mas não dava pra esconder. 

Voltei lá no sábado (11/04), o body piercing viu e falou que teria que tirar o piercing pra abrir mais porque como o furo estava recente, ainda estava inchado e dolorido, abrir o piercing com ele no nariz só iria piorar, ai quando ele foi tirar saiu sangue pra tudo quanto é lado, mas até aí ok. Ele limpou o piercing tudo direitinho, abriu um pouco mais ele e foi colocar de volta, mas como o furo era recente, ficou difícil de achar o furo do outro lado, sabe? Ele tentou dos dois lados do furo e não entrava por nada, aí eu falei "Perai, deixa sem mesmo" aí ele "Quer tirar?" ai falei "Sim, tira mesmo". Ou seja, iria infeccionar e eu teria uma bela de uma queloide, ainda bem que pedi pra tirar e não forcei, mas sabe o que foi isso? Minha vó botando praga. Sério. Porque no meio da discussão toda, ela soltava uns "Vai infeccionar isso aí" ou "Você vai ficar sem nariz", e é aquela coisa que eu já mencionei no inicio do post, as palavras muitas vezes tem mais força do que uma porrada. Mas se foi isso mesmo ou não, não sei, só sei que quando uma pessoa acredita muito no que diz, acontece. Enfim, daí eu comentei "Eu até colocaria agora aqui na orelha, mas não sei se pode infeccionar, porque daqui eu não vou pra casa, vou sair daqui" aí ele "Não infecciona não, você que sabe" aí decidi colocar mesmo, pra aproveitar a joia, até porque não paguei atoa né? E lá na hora mesmo ele furou a orelha.



Sobre a dor (também por classificação) a dor foi de 4, nada demais. E depois que cheguei em casa, já era de noite, porque antes passei no shopping pra pegar meu The Colossal da promoção Febre Colossal, fui falar com a minha vó que eu tinha chego e ela ficou olhando pra mim e falando "Tá", não perguntou sobre o piercing até agora. E meu pai, bom, continua sem olhar pra mim e ainda tá com "raiva", mas agora não posso fazer mais nada né?! 

Se eu colocaria de novo? Com certeza. Mas agora vou esperar cicatrizar, ou seja, só daqui a 2 meses pra estar totalmente cicatrizado. E se até lá eu ainda estiver com vontade, coloco de novo com toda certeza. Só que aí, dessa vez, peço para colocarem já aberto pra poder esconder tranquilamente e evitar estresse. Sou muito nova pra ficar estressada, não é mesmo? :P



Pra quem tem vontade de fazer piercing (seja no septo ou não), meu conselho é: vê se os seus pais são de boa com isso, para não ter estresse, porque é realmente muuuuito chata essa situação. Ou se você sabe que seus pais são contra piercings e tatuagens, se prepara e seja forte pra aguentar todo o tipo de ignorância e desaforos. Eu confesso que não fui forte pra aguentar todo esse preconceito e me rendi, mas você aguenta (ou acha que aguenta), faz! Obvio que se você for menor de idade, não vai poder ir contra os seus pais, porque aí sim é pedir pra ter briga e ninguém gosta de brigar né? Desnecessário. E sobre a dor, não fica pensando muito e quando for furar, fecha o olho e deixa o body piercing fazer o trabalho dele, nem abre o olho pra ver a agulha, melhor ainda se você levar alguém junto pra ir conversando com você e distrair um pouquinho. 

E pra quem tem preconceito com pessoas que tem tatuagens e/ou piercings: MEÇA SUAS PALAVRAS, PARÇA! Guarda seu preconceito pra você, apenas respeite e não julgue sem saber se a pessoa é ou não do bem. Pelo amor né? Estamos em 2015 já. Chega de mimimi.

Podem me chamar de maluca e covarde, não ligo. Esse post é só um desabafo mesmo, até porque o blog é meu. 

AH! Só pra deixar claro que agora estou no meu processo orelhinha fashion. Já que furar o nariz foi uma tempestade em um copo de água, na orelha pode né? Até porque tudo que vai na orelha é brinco, então me deixa ser feliz com os meus "brincos". 

Eu vi: Cinderela

10 abril, 2015


Sei que essa semana fiquei meio "ausente" aqui do blog, mas é porque estava em semana de provas, agora que acabou me sinto livre novamente, e como eu sempre digo, eu posso dar umas fugidinhas mas nunca vou abandonar isso aqui. Enfim, vamos aproveitar que o final de semana tá aí pra assistir um filme clássico da Disney? 


Sinopse: A história segue a vida da jovem Ella, cujo pai comerciante casa novamente depois que fica viúvo de sua mãe. Ansiosa para apoiar o adorado pai, Ella recebe bem a madrasta e suas filhas, Anastasia e Drisella, na casa da família. Mas quando o pai de Ella falece inesperadamente, ela se vê à mercê de uma nova família cruel e invejosa. Relegada à posição de empregada da família, a jovem sempre coberta de cinzas, que passou a ser chamada de Cinderela, bem que poderia ter começado a perder a esperança. Mas, apesar da crueldade a que fora submetida, Ella está determinada a honrar as palavras de sua falecida mãe: tenha coragem e seja feliz.

Não sei pra quê coloquei a sinopse, já que todo mundo conhece a história né? Mas então, deixa eu contar. Fui assistir esse filme depois da aula com meus amigos da faculdade e foi lindo. Porque Disney, Cinderela, princesa, conto de fadas, nostalgia e hambúrguer, juntos são tudo de bom. 

Primeiro gostaria de comentar sobre o curta de Frozen que, pra quem não sabe, a Disney fez um curta de Frozen chamado Frozen: Febre Congelante.



Foi super fofo e merece um segundo filme, aguardando já (só espero que não seja igual ao Os Incríveis que to esperando eternidades). 

Agora sobre o filme da Cinderela: Incrível! Todos os efeitos especiais e os detalhes da história, super fiel a história que a gente já conhece. Adorei cada detalhe! Não acrescentaram nada e nem cortaram nada, ficou tudo exatamente como a gente já sabe. Acho que eles tiveram que focar bastante nisso, porque sabem que todo mundo conhece a história de Cinderela e que qualquer falta de detalhe seriam criticados já. 




Fiquei encantada pelo vestido que ela usa no baile, me senti uma criança desejando uma Barbie assim que vi o vestido maravilhoso, e claro, fiquei desejando ele pra mim. O príncipe não estava com cara de galã miss bonitão e sim de príncipe mesmo, sério, não sei se da pra entender, só sei que não poderia ter escolhido melhor o ator. A própria Cinderela também, super bem atuada e linda! 



E houve muita química entre os dois, principalmente na hora do baile. 



Pra quem diz que contos de fada são historinhas bobas pra passar o tempo, o filme dá uma grande lição de paciência, de saber sofrer, de mansidão e domínio de si. Quem não mandaria a madrasta com as filhas pra fora de casa? A Cinderela. Ela não faz isso e aguenta tudo pacientemente, mas sem deixar de ser humana, demonstrando seus sentimentos chorando às vezes. Apesar da vida parecer reservar só sofrimentos pra ela, desde pequena, escolhe ser o melhor possível. 



Num tempo em que as pessoas não sabem ser gentis nem com quem amam, quem dirá com os inimigos né? É realmente um filme lindo e inspirador. Me surpreendi. AH! Lema pra vida: Tenha coragem e seja gentil. 



Espero que todas as princesas tenham filmes assim, seria incrível ver A Bela e a Fera em uma produção como essa "vida real" da Disney. Pra quem gosta dos contos da Disney, vai amar esse filme como eu amei e fiquei encantada.

Mas e aí? Já assistiram a esse filme? Gostaram do post? Comentem aqui!

Beijooos e bom final de semana! :)
Like Paradise por Thamiris Sgalbiero.
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